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dvu0206p0004.qxdEsta aconteceu aqui perto, na cidade de Avaré – SP. Uma criança tentava passar trotes no Corpo de Bombeiros. Depois de receber várias ligações do mesmo número, a atendente identificou pelo sistema que o menino falava de um orelhão. A conversa foi assim:

– Oi, aqui é do SAMU. O que está acontecendo?

– Uma mulher caiu e rachou a cabeça.

– Uhum... Eu estou vendo você aí no orelhão onde você está.

– O quê?

– Eu ‘tô’ te vendo. Vou encaminhar a polícia aí, ‘tá’ bom?

– Como é que você está vendo eu?

Trotes como esse podem custar caro, não apenas para quem os faz: eles atrapalham o atendimento de uma ocorrência, em que o tempo é fundamental para salvar vidas. Assim, o médico pode perder a oportunidade de atender um caso grave de acidente, infarto, etc.

Se você pensa que este é um caso isolado, engana-se: só de janeiro a maio, e só em Avaré, foram registrados cerca de 75 trotes por dia. Por dia! Foram 11.400 trotes em 5 meses.

Não, não é brincadeira: trote é crime, com pena de 1 a 6 meses de detenção ou multa.

Você já parou para pensar nos trotes que tentamos passar em Deus?

A tentativa de passar um trote em Deus pode acontecer de diversas formas. Por exemplo, fingindo ser quem não é. Orando com insinceridade de coração. Sendo uma pessoa dentro da igreja e outra fora. Sendo um bom trabalhador e um péssimo esposo e pai. Buscando a Deus apenas para resolver um problema ou uma cura, para depois descartá-lo. Prometendo a Ele andar em Seus caminhos, mas não honrando a promessa. Tentando ajudar uma pessoa para receber algo melhor de Deus. Ou mesmo pronunciando os tão corriqueiros “Meu Deus!”, “Deus me livre!” ou “Pelo amor de Deus!” sem nem sequer pensar nEle.  

Tudo trote.

Como se Deus não tivesse um “bina” ultrapotente – um identificador de corações! E do alto de sua onisciência Deus pode dizer: “Eu ‘tô’ te vendo”. Uma verdade expressa no Salmo 139: “Ó Senhor Deus, tu me examinas e me conheces. Sabes tudo o que eu faço e, de longe, conheces todos os meus pensamentos. Antes mesmo que eu fale, tu já sabes o que vou dizer” (vs. 1-4).

Qual a nossa sensação diante da verdade de que Deus nos pega em flagrante em tudo o que fazemos, falamos, e pensamos, tudo o que há de mais secreto em nós? Se formos sinceros, nos enche de medo. Deus teria toda a razão em nos mandar a “polícia” da sua condenação.

Só que, por outro lado, a onisciência de Deus nos consola. Não porque sejamos perfeitos e isentos de tentativas de trote. Mas por causa do coração gracioso de Deus.

Por isso o Salmo 139 continua assim: “Estás em volta de mim, por todos os lados, e me proteges com o teu poder. Se eu voar para o Oriente ou for viver nos lugares mais distantes do Ocidente, ainda ali a tua mão me guia, ainda ali tu me ajudas” (vs. 5,9-10).

Ou seja, a onisciência de Deus tem o grande objetivo de salvar, proteger, guiar. Deus nos conheceu, viu e amou antes de nós o conhecermos. Ele conhece nossas dores, angústias e sofrimentos mais profundos, inclusive aqueles que, de tão doídos, não conseguimos externar. Ele nos conhece tão perfeitamente que sabe que precisamos de um... Salvador!

Então, não passe trote.

E confie nAquele que diz: “Eu ‘tô’ te vendo. Por isso enviei meu próprio Filho para te salvar”.

Julio Jandt

CapturarO site Block Music Records em parceria com a School of Music at the University of Michigan disponibiliza para download gratuito a obra completa de Johann Sebastian Bach gravada em órgão barroco. As gravações foram feitas pelo professor, compositor e músico James Kibbie, da Universidade de Michigan, entre 2007 e 2009, em Leipzig, Alemanha.

Baixe e Ouça: http://bit.ly/1lg69Ri

Lutero-a-Fé-que-opera-pelo-Amor

O livro Lutero: A fé que opera pelo amor (Charles H. Spurgeon) do Projeto Spurgeon trata sobre a fé em Jesus Cristo como o único meio de salvação.

Por Charles Haddon Spurgeon

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oprimeiromentirosoO filme “O Primeiro Mentiroso” (2009) é bem interessante. Na trama, apenas a verdade existia. A mentira ninguém conhecia. Ninguém sabia mentir. Até que o personagem principal Mark descobre a mentira e, com ela, consegue tudo o que quiser. Todos acreditam nas suas mentiras, por mais estapafúrdias que sejam.

A mãe deste personagem, uma senhora idosa e enferma, agoniza no hospital. Está com muito medo de morrer e de tudo terminar. Mark então usa seu poder de mentir para fazer sua mãe morrer feliz. Inventa que depois da morte há lindas mansões para todos, onde a felicidade é geral e onde todas as pessoas queridas se reencontram. Sua mãe morre feliz, crendo nesta mentira. Esta notícia espalha-se pelo mundo, tornando Mark como o homem que conversa com o “homem do céu” – alguém que controla tudo. Então ele começa a criar leis, mandamentos e promessas para conseguir alcançar as mansões depois da morte. Tudo baseado em uma mentira contada para amenizar o sofrimento da morte.

“O Primeiro Mentiroso”, como todo filme, quer mostrar algo através da arte. É nítido que o filme quer mostrar que a fé é uma invenção e um sedativo para os problemas da vida. Algo inexistente, irreal, alienante. Não há nada que exista além do visível, do palpável e do agora. Crer é viver e morrer em completa ilusão, criada por grandes mentiras que foram tornando-se verdades. Basta olhar o filme com um olhar crítico, que logo irá perceber esta ideologia.

Lembro-me de uma conversa de um cristão e um ateu. Ambos queriam apresentar sua verdade. O cristão propôs pensar como o ateu: a inexistência de Deus e a fé como um sedativo inventado por homens. Os dois iriam viver, crendo ou não, morrer e tudo acabaria. Empate. Não haveria sofrimentos na morte que aniquilaria cristão e ateu. Mas o cristão propôs ao ateu pensar de outra maneira: a existência de um Deus real, que salvará o que crê e condenará o que não crê. Os dois iriam viver, crendo ou não, e morreriam. Aí seria bem diferente. O cristão estaria salvo e feliz, enquanto que o ateu, em sua teimosia e incredulidade, estaria condenado ao terror sem fim. Caso a fé seja um sedativo criado, ninguém sai perdendo. Agora, se a fé cristã aponta para um Deus real e verdadeiro, alguém vai sair perdendo: os que rejeitaram Jesus, sua morte e ressurreição.

Então fica a dica: “fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver” (Hebreus 11.1). Um sedativo para as moléstias da vida? Uma fuga da realidade? Para muitos, sim. Fé é escândalo. Eu prefiro a evolução de crer e reconhecer que não somos obras do acaso, que não somos vidas sem rumo construídas sobre mentiras contadas e recontadas ao longo de milênios. Creio que Jesus é meu Senhor e Salvador. Você também crê ou quer experimentar na prática a conversa entre um cristão e um ateu?

Pastor Bruno A. Krüger Serves - CEL Cristo, Candelária-RS.

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O inverno proporciona dias cinzentos e chuvosos. Em alguns países, como a Inglaterra, há estudos que compravam a mudança de comportamento pela falta da luz solar. De acordo com a BBC, o humor, a energia e o sono de 90% dos adultos ingleses são prejudicados pelos longos dias cinzentos. Cerca de 7% da população ainda enfrenta a “Depressão de Inverno”, com crises que afetam todos os relacionamentos.

        Pelo sul do Brasil enfrentamos mais um inverno cinzento. Dias sem ver o sol. Apenas dias carregados e chuvosos. E, como os ingleses, também somos influenciados pelos dias sem o brilho do sol. Depressões, desânimos e falta de energia. Todos aguardam pelo céu azul, pela luz do sol, pelo cantar dos pássaros, pelo simples momento de apenas deixar-se aquecer pelo sol. Todos aguardam por um belo dia de inverno, de sol brilhante e céu azul, de casas com janelas abertas e de varais cheios.

       Ele virá, trará brilho e vida. Romperá os dias cinzentos e tristes. Quem, o sol? Muito mais do que isto. Um Deus cheio de amor que disse “mas para vocês que me temem, a minha salvação brilhará como o sol, trazendo vida nos seus raios” (Malaquias 4.2). Esta salvação foi uma vitória que envolveu trevas e o brilho do sol. Foi numa tarde de sexta-feira, onde a escuridão escondeu o brilho do sol. Naquele dia sem brilho o autor da salvação foi erguido. Morreu. E foi nos primeiros raios de sol do mais lindo amanhecer que o mesmo Jesus ressuscitou.

       Vidas que sofrem com os dias cinzentos receberão este brilho de salvação. Vidas que agonizam em hospitais. Vidas que carregam no coração saudades eternas. Vidas que sentem vergonha de suas histórias. Vidas que cansaram de seus próprios erros. Vidas que acordaram da ilusão da incredulidade. Vidas que creram na cruz sem brilho. Vidas que creram no túmulo aberto e iluminado pelo sol. Vidas que creram em Jesus.

       Então fica a dica: todos precisamos do brilho do sol. Dias cinzentos alteram nosso humor, nosso comportamento. Esperamos por um belo dia de sol, aquecendo e abrilhantando o inverno. Esperamos, com fé, pela salvação que trará vida e brilho às vidas que hoje precisam de cuidado, perdão e consolo. Vem, Senhor Jesus! Esperamos pelo brilho da sua salvação!

Pastor Bruno A. K. Serves 

Fica a Dica! Folha de Candelária, Jornal Hora H Notícias, Rádio Cristo para Todos

 

IMG_6237 É incrível como a vida é ao mesmo tempo tão simples e tão complexa. Por vezes tão bela, encantadora e apaixonante. Por vezes tão estúpida, cruel e repleta de tragédias pessoais e familiares. Levados pela correnteza da rotina, acabamos esquecendo da fragilidade da vida. Todos estão sujeitos a tudo.

       A razão e a lógica humana, tão acentuada por ateus e adeptos, parece ir contra esta fragilidade da vida. Como pode relacionamentos de décadas simplesmente acabarem diante da morte? Como pode toda uma história de vida virar pó, da noite para o dia? Não é lógico. Não dá para entender. É contra qualquer lógica construir relacionamentos tão intensos e verdadeiros, sabendo que estes relacionamentos estão a mercê da extinção diariamente. A vida é muito complexa e intensa para que, no dia da morte, apenas seja dito “acabou, foi bom enquanto durou”. Definitivamente, não fomos criados para morrer. Relacionamentos existem não para acabar na morte. A Palavra de Deus alerta que a morte é a grande bandeira do pecado. Rompe, rasga e tritura relacionamentos que eram para ser, literalmente, felizes para sempre.

“Se a nossa esperança em Cristo vale apenas para esta vida, somos as pessoas mais infelizes deste mundo” (1 Coríntios 15.19).  O pano de fundo deste versículo é a certeza da ressurreição dos mortos, garantida pela ressurreição de Jesus. A fé cristã ergue a bandeira da ressurreição. Jesus garante ela. Está fincada à beira daquele túmulo em Jerusalém, vazio há mais de dois mil anos. Os túmulos de hoje, diante dos quais choramos, também ficarão vazios. Relacionamentos serão restaurados. Relacionamentos afetivos. Relacionamento com Deus. É apenas uma questão de tempo.

Então fica a dica: os relacionamentos apontam para uma vida que não termina no túmulo. A intensidade e da vida convida a crer que a morte não é o fim. Creia em Jesus, o Deus Ressuscitado. Vidas e relacionamentos já começam a ser restaurados agora. Mas, como lembra o versículo bíblico: “Se a nossa esperança em Cristo vale apenas para esta vida, somos as pessoas mais infelizes deste mundo” (1 Coríntios 15.19). Grandes surpresas, reencontros e maravilhas estão sendo preparadas para você, que crê em Cristo. Pode ter certeza. O selo de garantia é o túmulo vazio de Jesus. É apenas uma questão de tempo.

Pastor Bruno A. K. Serves, CEL Cristo - Candelária, RS

Fica a Dica! Folha de Candelária, Hora H Notícias, Rádio Cristo para Todos

Enchente-Três-Vendas-Antônio-Cruz-2Só quem enfrentou águas barrentas da enchente para entender a desolação de perder as coisas dentro de casa. Algo parecido com a inundação da marolinha em nosso país que virou tsunami. A crise política, moral e econômica vem encharcando a nação na desgraça e o povo está desolado. Semelhante a outro cenário, este na Bíblia. Jesus convidou os doze para um retiro. Entraram no barco e seguiram ao outro lado do lago, no deserto. O povo percebeu e seguiu pela margem. Descreve o evangelista Marcos: "Quando Jesus desceu do barco, viu a multidão e teve pena daquela gente porque pareciam ovelhas sem pastor" (Marcos 6.34). O povo judeu vivia sob a opressão violenta do império romano, da fome, das doenças, da miséria. Mas o pior era a situação espiritual. As esperanças estavam nos milagres de Jesus. Mas o Salvador tinha mais para oferecer. Diz o texto que ele "começou a ensinar muitas coisas”. Os outros Evangelhos narram o que Jesus ensinou: o Reino de Deus.  Após oferecer o milagre espiritual, multiplicou pães e peixes e mandou distribuir para aquela gente faminta.

Por que Jesus não faz a mesma coisa hoje? Se ele tem todo o poder e amor, por que permite tanto sofrimento neste mundo? Estas perguntas sempre aparecem, de crentes e descrentes. Não há respostas convincentes à lógica humana e algumas são bem enganosas. Mas a história bíblica da multiplicação carrega um detalhe comprometedor. Jesus poderia ter feito que pães e peixes simplesmente aparecessem nas mãos daquele povo, mas ele multiplicou o alimento que já tinha e mandou distribuir. É assim que hoje o milagre acontece: na ação solidária de repartir, de ajudar.

Num mundo onde é preciso estar preparado para as adversidades, Jesus orienta: “Quem ouve esses meus ensinamentos e vive de acordo com eles é como um homem sábio que construiu a sua casa na rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, e o vento soprou com força contra aquela casa. Porém ela não caiu porque havia sido construída na rocha” (Mateus 7.24).

Marcos Schmidt

marcos.ielb@gmail.com

Pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil

Novo Hamburgo, 18 de julho de 2015

drauzio-varella-medicosO famoso Dráuzio Varella afirma numa palestra que pessoas que questionam o sentido das coisas dificilmente são religiosas. Ele cita como exemplo a centralidade da fé cristã: “Aquele que acredita que Jesus morreu na cruz, ele acredita e pronto, mas aquele que questiona, vai procurar evidências racionais sobre essa história bíblica e não vai acreditar nisso”. O médico está certo, mas, ao mesmo tempo, comete um equívoco – um grande equívoco. Claro, depende de qual religião ele se refere. Mas, como cientista que é, vai descobrir ao pesquisar os relatos bíblicos que o cristianismo autêntico é uma história de pessoas que fizeram muitas perguntas e encontram respostas convincentes. A própria teologia cristã é uma ciência fundamentada em exaustivas pesquisas, com ideias lógicas e conclusivas. A propósito, as grandes Universidades foram fundadas por instituições cristãs, começando por Harvard. Tudo leva a crer que, assim como existe preconceito de crentes com ateus - e o próprio Varella na palestra defende-se que não é bandido por ser ateu – certos ateus consideram os religiosos uns idiotas por acreditarem em fatos que não tem comprovação científica.

Pensando com meus miolos: a ciência responde em cima daquilo que ela acredita, a matéria, o que não deixa de ser um tipo de fé. Já a religião busca respostas nas coisas espirituais. Portanto, são assuntos de mundos diferentes, mas não opostos, contrários entre si. Tanto que a Bíblia contesta que “a fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver” (Hebreus 11.1). Para mim, o grande contraste entre ciência e fé está naquilo que ambas tanto procuram: A ciência busca a origem da vida, enquanto a fé busca o destino da vida. E aí as coisas se complicam para os crentes racionais da matéria, a ponto de Paulo concluir “Se a nossa esperança em Cristo só vale para esta vida, nós somos as pessoas mais infelizes deste mundo” (1 Coríntios 15.19).

Marcos Schmidt

marcos.ielb@gmail.com

Pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil

Novo Hamburgo, 4 de julho de 2015

2014121115759.jpg-G7E201T5N.1Por Julio Jandt

Saílson José das Graças é um jovem de 26 anos acusado de cometer nada menos que 43 assassinatos. Em seu 1º depoimento, ao ser perguntado sobre o motivo de matar, Saílson chocou com a resposta: “Não sei, gostava, é um vício”. E quando lhe perguntaram o que havia sentido ao matar a primeira vítima, soltou um “Senti prazer, gostei”. Com uma riqueza impressionante de detalhes, contou como matava suas vítimas.

Porém, após o laudo de sanidade mental apontar que ele “não reúne sinais e sintomas que configurem doenças mentais” – devendo passar, portanto, os próximos 30 anos na cadeia –, Saílson mudou o discurso e se declara inocente.

Como o discurso muda de acordo com a ocasião!

Repare, por exemplo, no discurso dos chefes dos executivos antes e após as eleições. As diferenças são gritantes. Ou não falaram a verdade antes ou não estão falando agora.

É impressionante como falta credibilidade nas palavras humanas.

E como é triste não poder distinguir se uma pessoa está falando a verdade ou mentindo.

Essa incoerência nas palavras nada mais é do que um reflexo do pós-modernismo dos nossos dias, onde cada um tem a “sua” verdade e muda de valores dependendo do ponto de vista –dependendo se é beneficiado ou prejudicado. Por exemplo, as pessoas podem ser contrárias ao chamado “jeitinho brasileiro”, mas não pensam duas vezes em usá-lo em seu benefício. O mesmo acontece com nossos discursos e promessas.

Jesus se pronunciou sobre essa falta de credibilidade no discurso humano ao instruir: “Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno” (Mateus 5.37).

Nossa palavra deve ser “sim” ou “não”, e devemos honrar a palavra que damos como se fosse um documento assinado e autenticado em cartório. Pois quando o “sim” vira “não” e vice-versa, a sociedade inicia um processo de autodestruição. Falar a verdade, ser transparente, transmitir confiança e comprometer-se com o discurso dado – esse é o único jeito de quebrar o círculo vicioso da falta de credibilidade.

Parece difícil?

Sim. Eu diria “impossível”, se dependermos apenas de nós mesmos.

Pois não está em nós a força para sermos pessoas que não mudam o discurso de acordo com as conveniências. A força vem dAquele cujo discurso não muda.

É de Deus a Palavra que tem total credibilidade. O que Deus anuncia, Ele faz. O que promete, cumpre. Aos arrogantes que se julgam sem pecado, sua sentença acusatória permanece. Aos arrependidos, seu perdão impera, sempre. Aos cansados, fortalece. Aos fracos, revigora. Pode ter certeza de que isso não vai mudar.

A prova? Jesus.

Jesus é o grande “sim” de Deus para nós: Ele realmente nos quer, nos ama, está interessado em nós para nos salvar (2Coríntios 1.20). Jesus, com sua morte e ressurreição, é a grande prova de que Deus honra sua palavra e não deixa na mão aqueles que nEle confiam. Não estamos sozinhos. Nunca estivemos. E por estar conosco – por seu Espírito morar em nós, ao crermos em Jesus – temos forças para sustentarmos discursos coerentes, que não variam de acordo com as conveniências.

Aliás, em Jesus nosso discurso deve ter uma única conveniência: a verdade em amor.

17491341O processo de aprender a perdoar é bem mais complexo do que se imagina, mas estudos mostram que é medicamento eficaz contra males do corpo e da mente.

Se você anda em busca de uma prática que melhore a condição cardíaca, reforce as defesas do organismo e combata o estresse, não precisa procurar mais: experimente o perdão. Item tradicional e obrigatório no portfólio das franquias religiosas, desculpar as ofensas ganhou novo fôlego no mercado, reembalado como remédio eficaz contra males variados, status conferido por uma série de estudos científicos recentes.

O problema é que ainda não se pode entrar em uma farmácia e adquirir perdão em comprimidos. O processo é bem mais trabalhoso do que isso…

Por: Itamar Melo

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Eles se conheceram quando eram adolescentes, e foram ao baile de formatura juntos. Mas Daisie e Bill Beadnell, ambos com 97 anos, dizem que nunca imaginaram que comemorariam 75 anos detumblr_inline_nmsw5aDz3j1r53y6h_500 casados. Para eles, os anos voaram.

“Parece que foram 25, no máximo”, disse Bill ao jornal The Daily Gazette, da cidade de Rotterdam, no estado de Nova York, que publicou pela primeira vez a história do duradouro romance.

Os dois se casaram apenas dois anos após terem começado a “namorar sério”, em abril de 1940. “Tivemos muitos percalços e outras coisas… mas tudo tem sido sempre bom”, disse Daisie ao The Huffington Post.

O casal sobreviveu à batalha de Bill contra a pólio, problemas financeiros e até a perda de um de seus dois queridos filhos. Mas continuaram devido a uma simples coisa: eles sabem como conversar.

“Tivemos muitas brigas, mas resolvemos todas. Você discute as coisas”, disse Daisie ao “The Gazette”. “Chegue a um entendimento mútuo. Resolva o assunto. Não deixe que aquilo interfira em sua felicidade. Sempre chegue uma decisão completa sobre qualquer coisa vital”, Bill acrescentou.

Bem, a mensagem é clara e simples. O casal diz que não tem grandes planos para comemorar o importante aniversário em 6 de abril, um dia após a Páscoa. O filho do casal, Gary, vai trazer comida e a família irá desfrutar de uma noite tranquila.

“Foram 75 anos maravilhosos”, disse Daisie ao HuffPost, embora tenha afirmado que nunca havia imaginado que ela e Bill ficariam tantos anos juntos. “Tudo tem sempre sido bom.”

(Fonte: aboanoticiadodia.tumblr.com)

Os dois australianos Lucas Patchett e Nicholas Marchesi elaboraram uma maneira brilhante de ajudar moradores de rua: implantaram em sua van duatumblr_inline_nolo7yRxPD1r53y6h_500s máquinas de lavar e secar roupa e um gerador.

Os dois jovens de 20 anos, com a ajuda de doações, estão saindo às ruas de Brisbane desde Julho, 5 vezes por semana, no projeto que chamaram de Orange Sky Laundry Project, que se tiver sucesso vai ser espalhado por toda a Austrália.

Os 20 quilos de roupa que eles conseguem lavar por hora já facilitaram a vida de centenas de moradores de rua.

Um privilégio que a maioria de nós temos. Essa é a primeira vez que Mick (um morador de rua) pode lavar suas roupas e cobertas. Nascido em Brisbane e vivendo nas ruas, Mick não pode pagar para lavar suas roupas ou transportá-las. Obrigado a quem está apoiando nosso programa.“ Disse um dos co-fundadores.

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(Fonte; aboanoticiadodia.tumblr.com)