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2014121115759.jpg-G7E201T5N.1Por Julio Jandt

Saílson José das Graças é um jovem de 26 anos acusado de cometer nada menos que 43 assassinatos. Em seu 1º depoimento, ao ser perguntado sobre o motivo de matar, Saílson chocou com a resposta: “Não sei, gostava, é um vício”. E quando lhe perguntaram o que havia sentido ao matar a primeira vítima, soltou um “Senti prazer, gostei”. Com uma riqueza impressionante de detalhes, contou como matava suas vítimas.

Porém, após o laudo de sanidade mental apontar que ele “não reúne sinais e sintomas que configurem doenças mentais” – devendo passar, portanto, os próximos 30 anos na cadeia –, Saílson mudou o discurso e se declara inocente.

Como o discurso muda de acordo com a ocasião!

Repare, por exemplo, no discurso dos chefes dos executivos antes e após as eleições. As diferenças são gritantes. Ou não falaram a verdade antes ou não estão falando agora.

É impressionante como falta credibilidade nas palavras humanas.

E como é triste não poder distinguir se uma pessoa está falando a verdade ou mentindo.

Essa incoerência nas palavras nada mais é do que um reflexo do pós-modernismo dos nossos dias, onde cada um tem a “sua” verdade e muda de valores dependendo do ponto de vista –dependendo se é beneficiado ou prejudicado. Por exemplo, as pessoas podem ser contrárias ao chamado “jeitinho brasileiro”, mas não pensam duas vezes em usá-lo em seu benefício. O mesmo acontece com nossos discursos e promessas.

Jesus se pronunciou sobre essa falta de credibilidade no discurso humano ao instruir: “Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno” (Mateus 5.37).

Nossa palavra deve ser “sim” ou “não”, e devemos honrar a palavra que damos como se fosse um documento assinado e autenticado em cartório. Pois quando o “sim” vira “não” e vice-versa, a sociedade inicia um processo de autodestruição. Falar a verdade, ser transparente, transmitir confiança e comprometer-se com o discurso dado – esse é o único jeito de quebrar o círculo vicioso da falta de credibilidade.

Parece difícil?

Sim. Eu diria “impossível”, se dependermos apenas de nós mesmos.

Pois não está em nós a força para sermos pessoas que não mudam o discurso de acordo com as conveniências. A força vem dAquele cujo discurso não muda.

É de Deus a Palavra que tem total credibilidade. O que Deus anuncia, Ele faz. O que promete, cumpre. Aos arrogantes que se julgam sem pecado, sua sentença acusatória permanece. Aos arrependidos, seu perdão impera, sempre. Aos cansados, fortalece. Aos fracos, revigora. Pode ter certeza de que isso não vai mudar.

A prova? Jesus.

Jesus é o grande “sim” de Deus para nós: Ele realmente nos quer, nos ama, está interessado em nós para nos salvar (2Coríntios 1.20). Jesus, com sua morte e ressurreição, é a grande prova de que Deus honra sua palavra e não deixa na mão aqueles que nEle confiam. Não estamos sozinhos. Nunca estivemos. E por estar conosco – por seu Espírito morar em nós, ao crermos em Jesus – temos forças para sustentarmos discursos coerentes, que não variam de acordo com as conveniências.

Aliás, em Jesus nosso discurso deve ter uma única conveniência: a verdade em amor.

17491341O processo de aprender a perdoar é bem mais complexo do que se imagina, mas estudos mostram que é medicamento eficaz contra males do corpo e da mente.

Se você anda em busca de uma prática que melhore a condição cardíaca, reforce as defesas do organismo e combata o estresse, não precisa procurar mais: experimente o perdão. Item tradicional e obrigatório no portfólio das franquias religiosas, desculpar as ofensas ganhou novo fôlego no mercado, reembalado como remédio eficaz contra males variados, status conferido por uma série de estudos científicos recentes.

O problema é que ainda não se pode entrar em uma farmácia e adquirir perdão em comprimidos. O processo é bem mais trabalhoso do que isso…

Por: Itamar Melo

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Eles se conheceram quando eram adolescentes, e foram ao baile de formatura juntos. Mas Daisie e Bill Beadnell, ambos com 97 anos, dizem que nunca imaginaram que comemorariam 75 anos detumblr_inline_nmsw5aDz3j1r53y6h_500 casados. Para eles, os anos voaram.

“Parece que foram 25, no máximo”, disse Bill ao jornal The Daily Gazette, da cidade de Rotterdam, no estado de Nova York, que publicou pela primeira vez a história do duradouro romance.

Os dois se casaram apenas dois anos após terem começado a “namorar sério”, em abril de 1940. “Tivemos muitos percalços e outras coisas… mas tudo tem sido sempre bom”, disse Daisie ao The Huffington Post.

O casal sobreviveu à batalha de Bill contra a pólio, problemas financeiros e até a perda de um de seus dois queridos filhos. Mas continuaram devido a uma simples coisa: eles sabem como conversar.

“Tivemos muitas brigas, mas resolvemos todas. Você discute as coisas”, disse Daisie ao “The Gazette”. “Chegue a um entendimento mútuo. Resolva o assunto. Não deixe que aquilo interfira em sua felicidade. Sempre chegue uma decisão completa sobre qualquer coisa vital”, Bill acrescentou.

Bem, a mensagem é clara e simples. O casal diz que não tem grandes planos para comemorar o importante aniversário em 6 de abril, um dia após a Páscoa. O filho do casal, Gary, vai trazer comida e a família irá desfrutar de uma noite tranquila.

“Foram 75 anos maravilhosos”, disse Daisie ao HuffPost, embora tenha afirmado que nunca havia imaginado que ela e Bill ficariam tantos anos juntos. “Tudo tem sempre sido bom.”

(Fonte: aboanoticiadodia.tumblr.com)

Os dois australianos Lucas Patchett e Nicholas Marchesi elaboraram uma maneira brilhante de ajudar moradores de rua: implantaram em sua van duatumblr_inline_nolo7yRxPD1r53y6h_500s máquinas de lavar e secar roupa e um gerador.

Os dois jovens de 20 anos, com a ajuda de doações, estão saindo às ruas de Brisbane desde Julho, 5 vezes por semana, no projeto que chamaram de Orange Sky Laundry Project, que se tiver sucesso vai ser espalhado por toda a Austrália.

Os 20 quilos de roupa que eles conseguem lavar por hora já facilitaram a vida de centenas de moradores de rua.

Um privilégio que a maioria de nós temos. Essa é a primeira vez que Mick (um morador de rua) pode lavar suas roupas e cobertas. Nascido em Brisbane e vivendo nas ruas, Mick não pode pagar para lavar suas roupas ou transportá-las. Obrigado a quem está apoiando nosso programa.“ Disse um dos co-fundadores.

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(Fonte; aboanoticiadodia.tumblr.com)

É ntumblr_inline_nonhio6nnS1r53y6h_500ormal que crianças de 5 anos façam perguntas - muitas que não são banais ou que os pais simplesmente não sabem responder. Como que o bebê chega à barriga da mãe? O que acontece quando nós morremos? A americana Ava Faulk passou por isso recentemente. O pequeno Josiah Duncan avistou um homem do lado de fora da lanchonete Waffle House, no Alabama, Estados Unidos. Ele estava sujo e segurava apenas uma sacola, ao lado de sua bicicleta. Confuso com a aparência dele, o menino começou a bombardear a mãe com perguntas.

“Ele é um morador de rua”, explicou Ava Faulk. Não satisfeito, ele retrucou: “E o que isso significa?”. “Bem, quer dizer que ele não tem uma casa”, a mãe continou. Ava escreveu um e-mail para a emissora local WSFA 12 News falando sobre a atitude do filho, incluindo as diversas dúvidas que a criança tinha. “Onde é a casa dele? Onde está a família dele? Onde ele guarda suas compras?”. Mas a mãe disse que uma coisa chateou ele em especial.

“Ele não tem comida”, o jovem lamentou. Após pedir para que Ava comprasse uma boa refeição para o homem, ele entrou e sentou à mesa, mas ninguém foi atendê-lo. Josiah, então, levou o cardápio até ele e falou que ele não conseguiria pedir sem um menu.

tumblr_inline_nonhj8aGzi1r53y6h_540O cliente desconhecido inicialmente pediu um hambúrguer simples para desfrutar. Mas com um pouco de persuasão tanto de Josiah quanto de Ava, o homem faminto se sentiu confortável para pedir qualquer coisa que quisesse.

“Posso comer bacon?”, Ava lembrou-se dele perguntando. “E eu disse que ele podia ter o tanto de bacon que quisesse.”

Antes que o homem desse a primeira mordida, Josiah tinha mais uma atitude carinhosa guardada. Ele queria compartilhar sua fé com o estranho que havia acabado de conhecer.

“Deus, nosso Pai, Deus, nosso Pai, nós te agradecemos”, falaram juntos na frente de pelo menos 11 clientes. “Agradecemos a você pelas nossas muitas bênçãos, pelas nossas muitas bênçãos, amém, amém.”

Após muitas lágrimas de todos presentes, o morador de rua deixou o restaurante com o estômago cheio. E a memória desse dia vai durar no coração da mãe:

“Assistir ao meu filho tocar as 11 pessoas que estavam na Waffle House vai ser para sempre uma das maiores realizações como mãe que eu vou testemunhar. Você nunca sabe quem é o anjo na Terra, e quando a oportunidade vem você não deve nunca dar as costas para ela”.

(Fonte; aboanoticiadodia.tumblr.com)

tumblr_inline_npmlbeDavj1r53y6h_500Após ficarem sabendo que uma de suas professoras preferidas, Courtney Vashaw,  estava em uma batalha contra um câncer muito raro e agressivo, alunos de uma escola do estado de Nova Hampshire, nos Estados Undios, resolveram usar todo o dinheiro arrecadado para a viagem sua viagem de formatura para bancar o tratamento necessário para que Courtney pudesse ficar saudável novamente.

Eles haviam juntado uma quantia equivalente a R$ 25 mil (US$ 8 mil) para realizar uma viagem às montanhas em Nova York. Segundo eles, a decisão de dar o dinheiro para a professora foi unânime e partiu de um dos ensinamentos dela.

— Ela nos deu tanto que nós só queríamos retribuir esse favor — Ian Baker revelou ao WMUR —  Ela se importa muito e não é nem um pouco egoísta e nós queríamos ter essa postura também.

Em um vídeo hospedado pela CNN, a professora aparece emocionada enquanto recebe a homenagem rodeada de aulos. Ela revelou que é “muito díficil aceitar essa proposta” e que não haviam palavras para descrever esse sentimento e agredecer aos seus alunos.

Apesar de estarem a alguns dias da formatura, os estudantes deixaram uma coisa clara para Courtney: eles não vão deixar de visitá-la e de criar programas para conseguir doações para auxiliar nos custos de seu tratamento.

 

(Fonte; aboanoticiadodia.tumblr.com)

1635539_origHá uma anedota que fala da diferença entre os principais ingredientes de uma boa omelete de bacon com ovos; A galinha apenas COLABOROU ̸ ENVOLVEU-SE, pois deu os ovos, mas o porco COOPEROU ̸ COMPROMETEU-SE, pois teve que dar sua Vida.

No texto de 2 Coríntios 6.1 lemos; “E nós, na qualidade de cooperadores com ele, também vos exortamos a que não recebais em vão a graça de Deus” (2Co 6.1). A palavra no texto grego para Cooperadores é Sunergontes. Paulo fala, portanto, na qualidade de Sunergonte ̸ Cooperador de Cristo. Cooperar é ‘atuar junto com...’ é uma atitude comprometida e cooperativa. Paulo, na condição de ‘porco comprometido com a omelete’ faz o apelo aos Colaboradores ̸ Envolvidos da cidade de Corinto; Não deixem que a Graça de Deus – aquilo que vocês receberam gratuitamente - fique sem proveito. Não joguem fora nem tratem como coisa de pouco valor aquilo que, de mais precioso, vocês receberam de Deus.

Observe que Paulo não os está ‘expulsando do reino de Deus’. Ele não os condena, mas pede que também eles, como cristãos maduros, sejam ‘Sunergontes’.

Infelizmente, na Cidade de Corinto, assim como em qualquer lugar, há cristãos que fazem pouco caso da Graça recebida de Deus. Estes sempre estão pouco envolvidos com o reino de Deus e, muitas vezes, tratam o gracioso presente do perdão dos pecados conquistados por Cristo na Cruz como coisa de pouco valor. Não é isso o que Deus espera. Ele quer que sejamos cooperadores.

Quando você está no supermercado e você ouve pelo sistema de som; ‘Atenção colaborador Rogério, favor dirigir-se ao balcão central. Colabor Rogério favor dirigir-se ao balcão central’. Quem é esse Colaborador? Nada mais do que empregados do estabelecimento que trabalham apensas pelo salário no fim do mês. Um Colaborador não é dono do negócio e nem é herdeiro da empresa. Por outro lado, um Cooperado pode dizer que é coproprietário da empresa em que trabalha. O Cooperado é herdeiro da empresa junto como todos os demais Cooperadores pois ele coopera para um crescimento conjunto com todos. Em João 8.35 lemos; “O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre”. Em outras palavras; ‘O colaborador ̸ empregado não fica sempre na casa; o cooperado ̸ filho, sim, para sempre’.

Vamos usar essa nomenclatura para compreendermos melhor algumas questões que envolvem o trabalho no de Colaboradores e Cooperadores no reino de Deus;

Aquele que é apenas Colaborador, em geral, espera para receber Pães e Peixes prontinhos em um prato; Ele também não quer perder os privilégios e benefícios oferecidos pela Igreja, pois é só por isso que ele se envolve... Mas o Cooperador, não fica esperando receber Pães e Peixes em um prato. Ele sai da comodidade e ajuda a Pescar; Ele não espera receber os privilégios da Igreja, mas, consciente de que ele também é parte do Corpo de Cristo, faz de tudo para ser um agente de ação dentro e fora do âmbito da Igreja; Ele busca saber e ajudar para que todos os benefícios e privilégios da Igreja sejam mantidos...

Quanto a isso, Paulo escreve aos Filipenses; “Então peço que me dêem a grande satisfação de viverem em harmonia, tendo um mesmo amor e sendo unidos de alma e mente. Não façam nada por interesse pessoal ou por desejos tolos de receber elogios; mas sejam humildes e considerem os outros superiores a vocês mesmos. Que ninguém procure somente os seus próprios interesses, mas também os dos outros” (Fp 2.2-4). Se seguirmos esses conselhos de Paulo, a Graça que nos foi dada, não será em vão.

Outros aspectos também ajudam a compreender a diferença entre Colaboradores e Cooperadores: O Colaborador que apenas se envolve, é o que reclama e murmura por qualquer coisa; Ele sonha com a igreja ideal; Pede que os outros orem por ele; Quando solicitado, responde ‘talvez’; E, como bom Colaborador ele entrega parte do seu dinheiro como oferta... Mas aquele que se compromete, o Cooperador, obedece, nega-se a si mesmo e procura estimular os outros; Ele ora pelos outros; Quando solicitado, responde ‘eis-me aqui’; Ele não apenas sonha com a igreja ideal, mas se entrega de corpo e alma para fazer uma igreja real; O Cooperador não apenas entrega parte de seu dinheiro como oferta, ele entrega toda a sua vida...

A esse respeito escreve o Apóstolo; “Portanto, meus irmãos, por causa da grande misericórdia divina, peço que vocês se ofereçam completamente a Deus como um sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a ele. Esta é a verdadeira adoração que vocês devem oferecer a Deus” (Rm 12.1).

Há ainda muitas outras diferenças entre Colaboradores e Cooperadores;

Um Colaborador que, como a galinha, apenas se envolve, é dependente dos afagos e do cuidado do pastor; ele precisa ser carregado no colo; Ele gosta e precisa ser elogiado pelo que faz, mas, na maioria das vezes, espera que alguém lhe diga o que deve fazer... Mas um Cooperador, que como o porco, se compromete, está determinado a servir; Ele não é como a ovelha Manhosa; Ele vê o que precisa ser feito, vai e faz; E quando sua Igreja não está presente, ele cria um ambiente propício, e como verdadeiro discípulo, semeia ali onde ele está, as sementes do reino de Deus...

Cristo afirmou; “... Se alguém quer ser meu seguidor, esqueça os seus próprios interesses (a si mesmo se negue), esteja pronto para morrer como eu vou morrer (tome a sua cruz) e me acompanhe” (Mt 16.24-25).

Colaboradores e Cooperadores de Jesus! Deixem que a Graça de Deus - sua infinita misericórdia, amor e perdão – os impulsione a oferecer não apenas migalhas, mas o seu corpo e a sua vida por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Assim Deus, por meio de seu Espírito Santo, os transformará para que vocês conheçam qual é a perfeita vontade de Deus - aquilo que é bom, perfeito e agradável a ele. Fiquem atentos para que vocês não recebam em vão a Graça de Deus (2Co 6.1).

Uma boa Omelete de Ovos e Bacon requer a Colaboração ̸ Envolvimento da galinha. Mas do Porco, requer a Cooperação ̸ Comprometimento.

O Reino de Deus precisa de Colaborador envolvidos, mas principalmente de Cooperadores comprometidos.

Se você tem sido apenas um Colaborador, Deus o convida a ser um Cooperador.

Ah, eu ia me esquecendo...

à As Vantagens de ser um Colaborador são que, como ele apenas se envolve, ele é um empregado e recebe os benefícios de ser colaborador enquanto o Cooperador é um servo.

à Ser um Colaborador nos dá o direito a uma confortável almofada enquanto o Cooperador tem apenas o “direito” a carregar uma Cruz.

à As vantagens de ser um Cooperador... Bom sobre essas deixe que Jesus mesmo fale; “A vocês (DISCÍPULOS ̸ Cooperadores) Deus mostra os segredos do Reino do Céu, mas, a eles (SEGUIDORES ̸ Colaboradores), não. Pois quem tem receberá mais, para que tenha mais ainda. Mas quem não tem, até o pouco que tem lhe será tirado” (Mt 13.11-12). E ainda; “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Quem quiser, pois, salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de mim e do evangelho salvá-la-á” (Mt 16.24).

A Graça do perdão gratuito de Deus e de sua misericórdia é para Colaboradores e Cooperadores. Portanto; “não deixem que fique sem proveito, (nem que sejas em vão) a graça de Deus, a qual vocês receberam” (2Co 6.1).

Que sejamos sempre mais Sunergontes.

P. Julio Jandt

Muitas vezes oro assim: “Senhor, dá-me um sinal da tua vontade”.

Agora repare no que Jesus disse: “Uma geração má e adúltera pede um sinal; mas nenhum sinal lhe será dado, senão o do profeta Jonas” (Mateus 12.39).

Afinal, está certo ou não pedir sinais a Deus?

O contexto de Mateus 12 nos mostra Jesus praticando um exorcismo. Os fariseus (grupo religioso do tempo de Jesus) alegaram que Jesus estava expulsando demônios pelo poder do próprio diabo. Isso, além de blasfêmia, era uma contradição: diabo expulsando diabo? Não satisfeitos, pediram: “Mestre, queremos ver um sinal miraculoso feito por ti” (12.38). Para eles, o milagre anterior não era suficiente, muito menos as palavras de Jesus. Queriam outro. Se Jesus fizesse, o aceitariam.

milagresMas Jesus nunca realizou milagres sob exigências ou ameaças. Isso é importante lembrar hoje, quando muitos exigem, ordenam e mandam em Deus, e até indiretamente o chantageiam. No fundo, estão tentando a Deus.

Jesus não caiu nessa: nenhum sinal seria dado. Os homens devem confiar em Deus e não buscar milagres. Contudo, há um único sinal, diz Jesus, a ser dado: “o sinal do profeta Jonas”. Jonas foi o profeta enviado por Deus a Nínive, uma cidade pagã. Ele ficou com medo e resolveu fugir. Mas Deus não deixou por menos: mandou um forte vento, uma tempestade em alto mar, e o navio quase afundou. Jonas admitiu que a culpa de tudo isso era dele e então os marinheiros o jogaram no mar. No mar, um grande peixe engoliu Jonas, e ele ficou dentro do peixe três dias e três noites (Jonas 1.17).

O “sinal do profeta Jonas” foi o reaparecimento de um homem que aparentemente estivera morto durante três dias. Jesus compara o milagre de Jonas com o milagre que ele realizaria: o grande sinal para os homens incrédulos seria o reaparecimento do Filho do Homem no terceiro dia após a sua morte. O grande sinal para converter os corações incrédulos é a ressurreição de Jesus, um feito que nenhum outro ser humano - por mais cultuado, adorado ou venerado que seja - conseguiu realizar.

Em resumo: não devemos exigir sinais [milagres] de Deus para crermos nele. Também não devemos crer e então exigir milagres. Não estamos em condições de exigir ou de ordenar nada a Deus. Não o coloquemos à prova. Ele já nos deixou o maior milagre: a ressurreição de Jesus. Aceitemos esse milagre e creiamos, de coração, em Jesus.

Mas e como fica a oração por sinais?

Quando estamos diante de uma decisão, quando precisamos de orientação, discernimento e sabedoria para fazer uma escolha, nada melhor do que pedir tudo isso a Deus. Nestas horas peça por “sinais”: peça que Deus o guie e oriente, e lhe indique por onde ir (Salmo 143.8).

Pedir por sinais – como expressões da vontade de Deus – não significa exigir, mandar nele ou chantageá-lo. Pelo contrário, significa reconhecê-lo como Senhor, o único que pode conduzir a nossa vida, o único de quem devemos buscar todo o conselho, sabedoria e orientação. Ou você acha que vai conseguir isso com o horóscopo, o tarô ou com quem já morreu?

Entre pedir ou não pedir sinais, o mais importante a fazer é aceitar o maior sinal, o maior milagre de todos os tempos: o sinal de Jonas - o milagre da ressurreição daquele que morreu por nós. Olhemos para o túmulo vazio: este sinal é suficiente para a nossa fé.

Seguindo este sinal, ninguém se perde.

Capturar“É que as novas tecnologias da comunicação não tocam apenas nas camadas superficiais das passoas, das culturas e das religiões: elas afetam profunda e decisivamente a amneira de vermos o mundo e nos situarmos nele” (Antônio Moser)

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mariahelena7Em: A Bíblia pelo avesso (ou Como alguns gostariam que estivesse escrito!)

No terceiro dia houve um casamento em Caná da Galileia e a mãe de Jesus estava presente. Jesus e os discípulos também foram convidados para esse casamento. Tendo começado a festa, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles estão bebendo!” Jesus respondeu: “Mulher, o que temos nós a ver com isso? Ainda não chegou a minha hora”. Sua mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei tudo o que ele vos disser”.

Havia ali ainda seis caixas de vinho Shiraz, destinado a harmonizar com a carne de cordeiro a ser servida na festa do casamento. Em cada caixa cabiam 12 garrafas de vinho. Jesus disse: “Abri e esvaziai todas as garrafas”. E eles jogaram o vinho fora, até a última garrafa. Então Jesus disse: “Tirai agora um pouco e levai ao organizador da festa”. Eles levaram. Logo que o organizador da festa provou da água – ele não sabia de onde vinha, embora o soubessem os servidores que haviam jogado o vinho fora – chamou o noivo e lhe disse: “Todos servem primeiro a melhor água, mineral e gaseificada, e quando os convidados já não estão mais com sede, servem a água da cisterna mesmo. Tu guardaste, porém, a melhor água até agora”. Este foi o início dos sinais de Jesus, em Caná da Galileia. Ele manifestou a sua glória, e os discípulos creram nele.

V. J. Berkenbrock

bola-avesso-5As mal-aventuranças (cf. Mt 5, 2-10)

Em: A Bíblia ao avesso

E, em nosso tempo, levantou-se o poder e disse:

“Infelizes os pobres de espírito,
pois não irão a lugar nenhum.

Infelizes os que choram,
pois estão mostrando suas fraquezas.

Infelizes os mansos,
pois nunca conseguirão se impor.

Infelizes os famintos e sedentos de justiça,
pois irão morrer de fome esperando o direito.

Infelizes os que se compadecem,
pois se mostram despreparados para a competição de mercado.

Infelizes os limpos de coração,
pois não sabem o que estão perdendo.

Infelizes os pacíficos,
porque serão reconhecidos como filhos da fraqueza.

Infelizes os perseguidos por causa da justiça,
porque não tiveram dinheiro para comprar seus direitos a tempo”.

V. J. Berkenbrock

Por Julio Jandt

timthumbLeio que a conta de luz vai subir. De novo. Para compensar a melhoria dos serviços, exigida pelo governo federal, vamos ter de pagar. E mais caro do que já pagamos.

Aliás, a gente anda pagando demais.

Pagamos imposto do carro, na gasolina, nas peças automotivas e, como se não bastasse, pagamos pedágio para podermos... andar de carro. Pagamos imposto para ter saúde, mas também pagamos um plano de saúde ou consulta particular para podermos ser atendidos. Pagamos por segurança, mas precisamos de alarme, cães e cercas elétricas. Trabalhamos 148 dias por ano só pagar imposto. Fora as outras coisas. Enfim, vivemos para pagar.

Eis o motivo por que quando nos oferecem algo de graça, temos a sensação de que já pagamos por ele. Ou então ainda nos atrevemos a pagar. Não dá para acreditar em ganhar algo de graça, de graça mesmo. Precisamos pagar.

É exatamente isso o que acontece com a salvação que Deus oferece.

O pecado, que habita em nós desde o momento da nossa concepção, é uma dívida contraída que precisa ser paga. Esse sentimento de pesada culpa fez a humanidade, ao longo dos tempos, buscar soluções das mais diversas para pagar seus erros:

- Alguns tentam pagar o pecado pelo sistema de compensação: se fez algo ruim, tenta compensar fazendo algo bom.

- Outros imaginam que jejuns, esmolas e orações são suficientes para pagar o pecado.

- Outros ainda entendem que toda a nossa vida é um ciclo pagador de erros cometidos em outras vidas (como se elas existissem).

- E há quem acredite que exista um terceiro lugar, além de céu e inferno, onde a alma pode ser purgada dos pecados que não foram completamente pagos durante a vida.

O curioso é que tudo isso são tentativas humanas de pagar o pecado.

Tentativas de pagar por algo que... Deus já pagou.

Foi exatamente para isso que Deus enviou Seu Filho, Jesus Cristo. Jesus não foi apenas um bom homem que ensinou o amor às pessoas. Ele é o próprio Deus que desceu do céu para pagar a dívida da humanidade. Como verdadeiro Deus, e não menos homem, Jesus conseguiu vencer o pecado e pagar o preço por esse pecado: o seu inocente sangue. Além disso, Jesus também venceu a consequência do pecado – a morte – ao ressuscitar dentre os mortos.

Com sua morte e ressurreição, Jesus cumpriu todo o plano de pagamento pelo pecado humano. Do alto da cruz, ao gritar “Está consumado!” (João 19.30), Jesus declarou que, enfim, o pecado humano estava pago.

A grande oferta de Deus para nós é exatamente esse presente do perdão.

O preço já foi pago. Não precisamos pagar - nem pelo pecado, nem pelo perdão do pecado. Ao colocarmos toda a nossa fé e esperança naquilo que Jesus fez por nós, esse presente se torna nosso. Algo milagroso que o próprio Espírito Santo nos concede, de graça. Um presente recebido, sem qualquer pagamento em dinheiro, em sofrimento ou em sistema de compensação.

Há uma música do grupo Arautos do Rei, intitulada “Graça”, que diz assim: “Graça... simples assim! Perdão se recebe, se aceita e fim. Pecado não se explica. Pecado se paga. E Cristo pagou por mim”.

Em meio a um mundo em que tudo se paga, a boa notícia é: Cristo pagou o preço do nosso pecado. Isso é humanamente injusto. Mas é divinamente gracioso.