segunda-feira, 15 de setembro de 2014

PARA ONDE ESTE MUNDO VAI?

TopSul Notícias - Crissiumal - RS - www.topsulnoticias.com.br  -  DestruiçãoDurante a recuperação de minha cirurgia na casa de minha mãe, muitas vezes assistindo os noticiários com ela, eu ouvia as palavras dela em alemão: “Wo soll die Welt in?” (Para onde este mundo vai?). As noticias são péssimas: acidentes, mortes, pai que deixa criança cair no chão propositalmente gerando traumatismo craniano, problemas com o leite, etc...

Essas notícias vemos e lemos todos os dias – são as piores possíveis. Mas os tempos de tribulação não estão apenas no jornal, no rádio e na TV, mas estão ao nosso redor e em nosso meio. Ou será que não vivemos tempos de relações e decisões difíceis?

A nossa preocupação não é nem tanto com os avanços tecnológicos, mas com um mundo em que as relações humanas sofrem mudanças. Vivemos num tempo de individualismo e egoísmo; de relacionamentos frágeis e descartáveis. Isto se reflete no relacionamento conjugal, com os filhos, com os vizinhos, com colegas de aula...

Diante dessa situação complicada – volto à pergunta de minha mãe: “Para onde este mundo vai?” Independente da resposta, a nossa preocupação primordial deve ser apenas uma: estamos fazendo de Deus o nosso Guia e o nosso Conselheiro nestes tempos de tribulação? Estamos deixando Deus medir os nossos relacionamentos? Estamos refletindo nessa questão de forma apressada e urgente? Faça-o logo!!!

Para onde este mundo vai? Uma coisa é certa: nunca ficaremos livres dos problemas, sejamos pessoas ricas ou pobres, sejamos solteiros, casados, separados, ou viúvos. Porém, a presença de Deus em nossa vida e decisões, certamente pode auxiliar para que, com as suas bênçãos, os nossos relacionamentos sejam amparados e fortalecidos.

Para onde este mundo vai? Jesus nos diz: “Eu digo isso para que, por estarem unidos comigo, vocês tenham paz. No mundo vocês vão sofrer; mas tenham coragem. Eu venci o mundo” (João 16.33). Cristo já venceu o mundo de atrocidades e seus aliados para nos dar a paz verdadeira. Esta é a Sua promessa. Nela precisamos nos firmar!!!

Texto: Pastor Leandro Born – Pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil – IELB – Crissiumal/RS

Fonte: TopSul Notícias

CTG e casamento gay

gaychosA ordem da juíza que obriga o casamento homossexual no CTG de Livramento é uma decisão que aumenta ainda mais o confronto, tanto dos radicais favoráveis e dos que são contrários. Algo parecido com o sensacionalismo no ato racista da torcedora gremista, que provoca mais ressentimento e ódio de extremistas. O casamento gay marcado para este sábado será realizado nos escombros do galpão, incendiado por gente radical. Uma pequena amostra do que pode acontecer no país já conflagrado pelo fanatismo, quando uma lei tem o poder de perseguir a fé e a tradição do povo, e provocar desordem. O presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho define bem a postura do seu grupo diante da polêmica: “No interior dos galpões e nos ambientes em que se realizam as atividades tradicionalistas, cada um procure se portar segundo o seu gênero, ou seja, os homens tenham posturas masculinas e as mulheres posturas do sexo feminino, tudo segundo a tradição”. É uma regra nos CTGs, assim como são as regras dos cristãos, segundo a crença de suas denominações.

Falta de juízo, de bom senso, de ponderação, de sabedoria, de cautela. É isto e muito mais numa sociedade que sofre de bipolaridade. De um lado, boa parte da mídia, as novelas, o meio artístico, certos magistrados, que constrangem, obrigam e perseguem de forma sutil e direta, aqueles com opinião diferente da homossexualidade. E de outro, os que tem ódio e perseguem os gays – gente que até usa a Bíblia para cometer seus atos rancorosos. São tempos contraditórios, sem coerência – da tecnologia e da falta de juízo, do avanço científico e do avanço da ignorância, das redes sociais e da rede de intrigas nas relações. Mas, são tempos de Deus, que a Bíblia chama de oportunidades: “Os dias em que vivemos são maus; por isso aproveitem bem todas as oportunidades que vocês têm. Não ajam como pessoas sem juízo, mas procurem entender o que o Senhor quer que vocês façam” (Efésios 5.16,17).

Marcos Schmidt - pastor luterano

Igreja Evangélica Luterana do Brasil

Comunidade São Paulo, Novo Hamburgo, RS

13 de setembro de 2014

Eleição na Cruz

22.08.11_eleicoes-1No dia 05 de outubro temos importantes escolhas a fazer. Vamos escolher nas urnas. Porém em cada um dos outros dias estamos também elegendo. Escolhemos a roupa a usar, a comida a servir, a resposta que iremos dar, a conduta que vamos adotar.

A Bíblia também fala sobre escolhas. No texto bíblico de Josué 24.14-15, o líder escolhido por Deus cobra uma escolha do povo que insistentemente se apegava em superstições e deixava de lado o Criador do Universo: “Escolhei hoje a quem sirvais, aos deuses ou ao Senhor?” Ele apresenta a sua escolha com convicção dizendo: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (v.15b).

No livro de Apocalipse, há também um apelo à decisão, além de uma forte crítica àqueles que ficam em cima do muro no que diz respeito ao seu relacionamento com Deus. As palavras do Senhor dizem: “Conheço as tuas obras, que nem és frio ou quente. Quem me dera fosses frio, ou quente! Assim, porque és morno, e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te de minha boca” (Ap 3.15-16).

Mas o destaque da Escritura Sagrada é que antes de solicitar uma decisão, Deus já votou, já decidiu por nós! Logo, não somos nós que escolhemos a Deus. Antes, foi ele que nos escolheu (1 Jo 4.19). Ele nos escolhe e nos chama pelo nosso nome (Is 43.1).

O Senhor Deus não quer que o abandonemos. Ele faz sua campanha dizendo que sempre cumpriu suas promessas (Josué 21.45). E para não pensarmos que ele possa nos esquecer, assim como muitos políticos que sofrem de amnésia depois das eleições, Ele nos diz: “Acaso pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama...? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti.(Is 49.15)”.

Deus nunca se esquece da gente, porque nossos nomes estão gravados em suas mãos (v.16). Eles foram escritos com o sangue de Cristo.

Muitas são as escolhas. Cada eleição é importante. Porém essencial e irrevogável foi o gesto de Jesus, usando a cruz como se fosse uma urna, deu sua vida por nós, para que fossemos eleitos para vida eterna. (João 3.16).

Pastor Ismar Lambrecht Pinz

Comunidade Cristo Redentor –

10.09.2014 - Três Vendas – Pelotas, RS

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Feriado num Domingo?

dia da patria 7 de setembro 4

O 7 de Setembro em pleno Domingo pode passar ainda mais despercebido igual a tanta coisa que acontece nos bastidores da política brasileira. Aliás, é preciso reconhecer, esta é a nossa fraqueza e os maus políticos sabem disto. Quanto mais feriados, menos incômodo para eles. E assim, o período de campanha política é dia de trabalho e os quatro anos é feriadão. Que loucura! E por isto as mutretas enquanto o povo “repousa em berço esplêndido, ao som do mar e à luz do céu profundo”. Como mudar isto? O único jeito ainda é a boa política, sem desordem ou revolução. Longe de nós o que acontece na Ucrânia, no Oriente Médio, nesses lugares onde o fanatismo tomou conta. E longe de nós o comodismo dos “feriados”.

Na vida cristã é a mesma coisa quando Paulo diz que “nós somos cidadãos dos céus” (Filipenses 3.20). “Cidadão” no grego bíblico é politeuma e significa “aquele que tem  direitos e deveres de cidadania. Além de judeu, o apóstolo era um polites, um cidadão romano. Várias vezes buscou seus direitos para escapar da injusta perseguição que o império promovia contra cristãos e judeus. Ao escrever aos filipenses que “somos cidadãos do céu e estamos esperando ansiosamente o nosso Salvador”, ele recorre ao significado dessa condição política que ainda mantinha sua integridade física, para lembrar que o cristão experimenta algo parecido. Por isto a recomendação: “Vivam de acordo com o evangelho de Cristo” (1.27). “Vivam” aqui é precisamente politeuesthe, e numa tradução mais adequada do texto: sejam bons cidadãos neste mundo de acordo com a fé. Diz isto para sublinhar que o cristão tem duas cidadanias, a terrena e a celestial. Uma dupla responsabilidade afirmada nas palavras do próprio Cristo: deem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Respondend: a pergunta: 7 de Setembro num Domingo? Nada mais significativo no Dia do Senhor, quando o salmista diz: “Deus escolheu para a nós a terra onde vivemos” (Salmo 47).

Marcos Schmidt - pastor luterano

Igreja Evangélica Luterana do Brasil

Comunidade São Paulo, Novo Hamburgo, RS

6 de setembro de 2014

INDEPENDÊNCIA QUE GERA MORTE! – Por Pastor Leandro Born

TopSul Notícias - Crissiumal - RS - www.topsulnoticias.com.br  - INDEPENDÊNCIA QUE GERA MORTE!Estamos na Semana da Pátria. Lembramos das aulas de História do Brasil, onde o príncipe recebeu duas cartas pessoais. Em uma delas, José Bonifácio aconselhava dom Pedro a romper definitivamente com Portugal. Na outra carta, a esposa do príncipe, dona Leopoldina, apoiava a sugestão do ministro.

Diante disso, dom Pedro teria gritado: "Independência ou Morte!" - palavras que tanto conhecemos para proclamar o rompimento definitivo com Portugal. Era o dia 7 de setembro de 1822.
Se naquele ano dom Pedro I gritou "Independência ou morte!" - nesse artigo grito diferente: "Independência que gera a morte!" - me refiro não a uma Independência Politica, não a uma Independência Financeira, nem familiar. Mas me refiro a uma Independência de Deus. Não querer depender de Deus gera a morte e morte eterna. 
Se a Independência de Deus gera a morte e o desespero, é verdade que a Dependência de Deus gera a vida, a salvação e a felicidade. Ou como nos mostra a Bíblia: "Feliz a nação que tem o Senhor como o seu Deus! Feliz o povo que Deus escolheu para ser dele!" (Salmo 33.12). 
Depender de Deus sempre nos faz olhar para o Primeiro Mandamento: "Eu sou o Senhor teu Deus, não terás outros deuses diante de mim." Depender de Deus significa deixar o Senhor agir e me entregar de corpo e alma em suas mãos!!!
O 7 de setembro se aproxima e no Brasil podemos observar problemas econômicos, sociais, políticos, as desigualdades sociais e tantas dificuldades - mas o salmista traz uma esperança para a nossa Pátria: depender de Deus, afinal, uma nação feliz tem Deus como Senhor!!!
Lembre-se: a Independência de Deus sempre gera morte. Por isso, dependa em tudo de Deus e assim sejamos uma Nação Feliz. Isso é Dia da Pátria não somente em setembro, mas todos os dias!!!

Pastor Leandro Born - Igreja Evangélica Luterana do Brasil - IELB - Crissiumal/RS.

Fonte: TopSul Notícias

Mais Acessadas...

 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...