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xE se Jesus entrasse hoje em nossa cidade montado num caminhão do Corpo de Bombeiros com as sirenes ligadas? O que aconteceria seis dias depois? Há dois mil anos o povo esperava que ele resolvesse os problemas sociais, políticos, econômicos. Os judeus viviam debaixo da opressão romana, altos impostos, fome, doenças, miséria. A esperança era o Jesus dos milagres, do poder em multiplicar pães, do carisma em atrair multidões... Por isto o entusiasmo naquele Domingo de Ramos: "Bendito o que vem em nome do Senhor". Mas as coisas mudaram quando Jesus não ouviu a voz do povo. O bendito virou maldito e as palmas em "crucifica-o, crucifica-o".

O quê queremos de Jesus? Falo de nós, aqueles que o censo do IBGE divulgou: 86% dos brasileiros são nominalmente cristãos. "Se alguém quiser me seguir, carregue antes a sua cruz", conclamou Jesus. Carregar a cruz? A cruz do Gólgota? Não! Esta já foi suportada em nosso lugar. "Está consumado" foram as últimas palavras dele naquela sexta-feira. Por isto a boa notícia: Não precisamos mais sofrer o castigo eterno pelos nossos pecados (alguns ainda pensam que praticar boas obras para entrar no céu). É claro, a cruz de Jesus não invalida a cruz do seguidor de Jesus. Tanto que o Salvador avisa depois do tapete vermelho que lhe estenderam: "Quem ama a sua vida não terá a vida verdadeira; mas quem não se apega à sua vida, neste mundo, ganhará para sempre a vida verdadeira" (João 12.25).

Nestes tempos de Facebook, vemos um Jesus que ainda não desceu do caminhão dos bombeiros. É o Jesus do sucesso, do poder, da prosperidade. É o Jesus fake do Pedro que disse "não vai à Jerusalém" e por isso a advertência do Senhor: "Sai da minha frente, Satanás" (Mateus 16.23). Satanás não queria a cruz de Jesus porque nela está a derrota dele. Satanás não quer a nossa cruz pois ela traduz a fé e a vida de amor e serviço ao próximo. O mundo precisa urgentemente mais da cruz e menos da glória.

Marcos Schmidt

marcos.ielb@gmail.com

Pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil

Novo Hamburgo, 28 de março de 2015

02-cruz_sangue      As expressões: vergonha, loucura e poder estão relacionadas à mensagem que vem de Deus – a Mensagem da Cruz. Ela anuncia que Jesus morreu crucificado para salvar a humanidade dos seus pecados e que ele ressuscitou no terceiro dia. É o que escreve o apóstolo Paulo aos cristãos de Corinto: “Mas nós anunciamos o Cristo crucificado – uma mensagem que para os judeus é ofensa (vergonha) e para os não-judeus é loucura. Mas para aqueles que Deus tem chamado, tanto judeus como não-judeus, Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus.” (1 Coríntios 18.23-24).

      Para os judeus, Jesus morrer na cruz era uma vergonha. Era a pena de morte para malfeitores e marginais da época. Para os gregos, era uma demonstração de loucura. Para eles não fazia sentido alguém entregar a sua vida em favor de outros (enalteciam o autoconhecimento e as virtudes próprias). Mas, para aqueles que acreditavam na mensagem divina, Cristo era o poder de Deus. Poder no sentido de que esta mensagem era capaz de produzir alegria, paz e esperança.

       Querendo ou não, cada pessoa que é atingida por esta mensagem terá uma reação: aceitação ou rejeição. Quem ouvir a mensagem da cruz vai se enquadrar numa destas expressões: vergonha, loucura ou poder.

       Que além da inteligência e sabedoria, Deus conceda a cada um de nós a verdadeira fé que faz acreditar no seu amor por nós. Por vezes, é necessário deixar de lado a razão para desfrutar das dádivas de Deus. Para quem acredita nas Escrituras Sagradas, a mensagem da cruz é a revelação do poder de Deus. Este poder cria a paz e a esperança. Paz para a vida no presente e esperança para a vida futura e eterna.

Pastor Fernando E. Graffunder

Dilma-Rousseff-ueslei-marcelino-reutersVivemos uma crise de autoridade: está cada vez mais difícil praticar o princípio bíblico do respeito às autoridades (Romanos 13.1-7), da honra ao rei (1Pedro 2.17).

É exatamente isso que mostra a última pesquisa de avaliação da presidente Dilma: 64,8% dos entrevistados consideram o governo ruim ou péssimo. Em relação a um eventual pedido de impeachment, 59,7% responderam ser favoráveis. E 84% consideram que Dilma não cumpre o que prometeu durante a campanha.

Dias de crise de autoridade. De falta de credibilidade. De desconfiança.

E aí chegamos à semana em que Jesus entra em Jerusalém e é aclamado Rei.

Mas, repare, é um Rei diferente: seu “cavalo” é um jumento; seu “tapete vermelho” são ramos de árvores e roupas surradas e malcheirosas dos seus súditos, e talvez gorros de mendigos; seus “soldados” são pescadores, gente humilde; e seus “trajes reais” são roupas emprestadas de seus soldados. É um Rei estranho, de reinado estranho e diferente.

Jesus é um rei diferente dos reis deste mundo, que fogem ao sentir a derrota. Não. Ele vai em frente e enfrenta os poderes hostis não apenas dos chefes religiosos, mas da própria morte, do pecado e do inferno.

Jesus não é um rei de guerra, mas de paz. Por isso usa um jumento. Ele é um rei que conquista sem devastação, sem cidades queimadas, sem corpos mutilados. Suas armas não são carnais, que enferrujam com o tempo. Sua arma é o seu próprio sangue.

O reinado de Jesus passa pela cruz.

E Ele continua reinando em nosso meio. Também de uma forma estranha.

É um reino estranho a começar pelo nosso ingresso nele. Não fizemos concurso, não passamos numa seleção, nem fizemos um vestibular. Também não mostramos qualquer capacidade técnica ou intelectual, nem escolhemos entrar nele. Fomos escolhidos, justamente porque nada tínhamos de bom, e porque precisávamos de um rei. Foi graça pura. E fé.

É um reino estranho que transforma pecadores em santos. Que considera felizes os que choram seus pecados. Que tem mais força na fraqueza. Que, no auge da dor, consegue perdoar.

É um reino estranho que se alegra com os bens, mas não os considera o centro da vida. Que vê algo mais quando todos veem algo menos. Que não se priva de tentar construir quando muitos se escondem e apenas criticam.

É um reino estranho que ganha pelo amor, não pela força. Que opta pela simplicidade ao invés da pompa. Que não se importa em ser fora de moda em suas opiniões que provêm da fé.

É um reino estranho, onde o mais importante é o que serve, não o que se deixa servir. Onde pequenos são grandes e os grandes precisam ser pequenos. Onde idade, profissão, salário e nacionalidade não fazem a mínima diferença.

É um reino estranho, onde ouvir o Rei traz mais prazer do que ficar na cama. Onde espontaneamente se traz ofertas, mesmo que não Ele não tenha instituído um imposto. Um reino onde se canta “hosanas” e “aleluias”, em tom maior, quando o coração está contente – e os mesmos “hosanas” e “aleluias”, em tom menor, quando o coração está doendo.

O reino de Jesus é um reino de salvação, não de corrupção e incompetência.

Por tudo isso e muito mais, Jesus é o Rei digno de todo crédito e de toda a confiança.

Nele não existe crise de autoridade.

Julio Jandt

esqueletoOs noticiários diários sempre estão causando choque. Muitas e muitas noticias ruins. E poucas boas. Isso é percebido quando abrimos e folhamos um jornal. Quando ouvimos rádio e quando ligamos a TV – o caminho da morte está presente.

Em nosso município, na última segunda-feira (23/03/15), um homem teve mal súbito quando jogava futsal no Ginásio de esportes. Na terça-feira (24/03) – um avião da empresa alemã Germanwings caiu na França com 150 passageiros a bordo.  E assim a cada novo dia ouvimos e vemos vidas sendo ceifadas.

Hoje é quarta-feira – e o que tudo vai acontecer? Ninguém sabe. Podemos estar praticando esportes, podemos estar viajando, podemos estar dormindo, podemos estar no hospital, podemos estar na rua e dali alguns minutos podemos estar dentro do caminho da morte.

Enquanto rumam para a morte – as pessoas se preocupam e muito em adquirir bens materiais. Querem mais e mais. A ganância tomou conta. Mas esquecem que tudo, em um piscar de olhos vai por água abaixo. Querendo ou não, cada um de nós trilha o caminho da morte e quando vê estamos sendo levados ao cemitério.

Já escreveu Steve Jobs: “Ser o mais rico do cemitério não é o que mais importa para mim. Ir para a cama à noite e pensar que foi feito alguma coisa grande. Isso é o que mais importa para mim.”

Parafraseando sua frase, digo assim: "Ser o mais rico do cemitério. que valor têm? Mas ir dormir e pensar, ver e perceber que Deus fez grandes coisas por mim. Isso é o que realmente importa!!!

É na correria do dia-a-dia que procuramos adquirir muitos bens materiais. Queremos ser bem sucedidos, dar melhores condições de vida para a família, de modo que esquecemos Daquele que é o único caminho, a verdade e a vida, Jesus. (João 14.6).

Afinal, o que adianta ser o “mais rico do cemitério”? O próprio Jesus afirmou: “Não ajuntem riquezas aqui na terra, onde as traças e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e roubam.” (Mateus 6.19)

Enquanto ainda houver tempo e oportunidades – devemos e podemos confiar em Cristo Jesus. Ele é o único Caminho da Vida.

Que neste período de Quaresma, possamos refletir sobre o único caminho que leva à vida eterna: a morte e a ressurreição de Jesus.

Confie em Cristo. Afinal, não adianta ser o mais rico do cemitério, quando na verdade, Cristo nos garante e nos dá gratuitamente o maior tesouro: uma morada nos céus.

Pastor Leandro Born – Pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil – IELB – Crissiumal/RS

download (2)Após os dias quentes e ensolarados de verão, eis que o outono chegou. O sol parece que já vai perdendo um pouco da sua intensidade. Os dias vão ficando mais curtos. As folhas das árvores, antes verdinhas e cheias de vida, agora amarelam e esperam sua vez de ir ao chão. Este é o clico da vida.

Há tempos de outono na vida. Eles também acontecem depois dos verões da vida, cheios de energia e alegria. Neste outono são as nossas folhas que amarelam e caem. É tempo de se reservar e refletir. A intensidade da vida não é mais a mesma. Depressão, câncer, divórcio, crise, solidão. Eis aí algumas características desta estação da vida.

Há alguém que saboreia do mesmo outono que nós. Experimenta o processo de perder folhas e de perder a intensidade da vida. É Jesus. Não é por acaso que ele foi chamado de “Emanuel – Deus conosco” (Mateus 1.23). Jesus é Deus ao nosso lado em todas as estações da vida. Jesus, morto e ressuscitado, é Deus Salvador pronto para cuidar. E cuidar até que a última folha amarele, caia e sinalize o fim de uma vida. Não há amor maior que este.

Então fica a dica: outono é uma bela estação que nos ensina que a vida nem sempre é radiante e cheia de alegria. Há tempos das nossas folhas irem ao chão, tempos de outono. Faz parte do ciclo da vida. Grande consolo é ver Cristo no nosso outono. Afinal, a páscoa se aproxima e nos lembra que o próprio Deus deixou suas folhas perfeitas amarelarem e caírem debaixo de uma cruz. Foi por amor. Foi por você. Foi pelo outono da sua vida.

Pastor Bruno A. Krüger Serves

Fica a Dica, Folha de Candelária​ e Rádio Cristo para Todos​

Congregação Evangélica Luterana Cristo de Candelária​-RS

download (1)       “Assim como os perfumes alegram a vida, a amizade sincera dá ânimo para viver.” Provérbios 27.9.

       Os dias atuais, com tantos contratempos, chegam a causar desânimo e maus odores em nossa vida. Olhamos para frente e não vislumbramos possibilidades de melhoras. Parece que a alegria de viver está se esvaindo com o passar do tempo. É bem provável que estejamos muito ocupados com as coisas materiais. Além de serem passageiras, em si, não têm vida.

       A busca desenfreada pelos bens materiais não nos dá tempo de investirmos em algo mais consistente e duradouro. Em nossos relacionamentos, está cada vez mais difícil encontrar pessoas de confiança. Por isso, temos dificuldades em construir amizades sinceras. Facilmente nos incomodamos.  Não somos compreendidos em nosso modo de agir e não compreendemos o que os outros fazem. Precisamos de algo que nos faça acreditar no amanhã.

       Deus, nosso Pai Celestial, faz questão de que vivamos felizes. Ele vem a nós com a dádiva da fé. Pelas Sagradas Escrituras ele nos revela que tem muito amor e quer restabelecer a comunhão conosco. O pecado, infelizmente, estraga nosso relacionamento com ele e uns com os outros. No entanto, Deus resolveu este nosso grande problema. Ele enviou seu único Filho (Jesus Cristo) para nos livrar da maldição do pecado. Assim, pela fé, iniciamos uma amizade sincera com o Salvador. Esta amizade podemos cultivar entre nós. Desta maneira o ânimo para viver brotará em nosso coração.

        Fazendo um comparativo com os perfumes que alegram a vida, o sábio rei Salomão diz que a amizade sincera dá ânimo para viver. Porque, então, não exalar o perfume do amor, do perdão, da sinceridade e querer o bem de todos? Que Deus nos abençoe e torne a nossa vida perfumada e muito animada.

Pastor Fernando Emilio Graffunder

essaVocê se acha feio(a)? Ou já foi chamado assim?

Pois então imagine o susto de Lizzie Velasquez. Essa americana resolveu assistir a um clipe de músicas on-line e encontrou um vídeo intitulado “A mulher mais feia do mundo”. Clicou e qual não foi sua surpresa ao constatar que o vídeo da mulher mais feia do mundo era... sobre ela mesma.

Lizzie tinha 17 anos na época. O vídeo tinha apenas oito segundos, e já havia sido visto por 4 milhões de pessoas. Mas o que embrulhou mesmo o seu estômago foram os comentários: “Por que os pais ficaram com ela?”, “Matem isso com fogo” e um deles ainda disse que as pessoas ficariam cegas se a vissem nas ruas.

Lizzie nasceu pesando 1,2 kg e com duas condições raras – síndrome de Marfan e lipodistrofia. É incapaz de ganhar peso, não importa o quanto coma. É totalmente cega no olho direito e enxerga pouco com o esquerdo. Já fez cirurgia no olho, na orelha e até reconstrução de pé (falta-lhe gordura na sola do pé e, em virtude disso, seu pé facilmente sofre fraturas).

Mas Lizzie foi criada com todo o amor. Quando criança, seus pais lhe disseram para ir para a escola com a cabeça erguida, sorrir e ser agradável com todos, não importa como eles a tratassem. E assim foi. Lizzie não queria ser simplesmente uma “vítima”, e sim “promover uma mudança”. Nove anos depois, ela é uma ativista anti-bullying e sua palestra intitulada “Como você se define?” já tem mais de sete milhões de visualizações no YouTube.

Como você se define? Como os outros o definem? Feio? Bonito?

Esse é o grande ponto: nossas definições são sempre externas. E por isso nos preocupamos tanto em “parecer”, não em “ser”.

Mas não importa muito o que você pareça, lembre-se de que você foi feito pelas mãos do Criador. Quer você seja definido como feio ou bonito por alguém ou até por você mesmo, a sua beleza diante de Deus não muda – repare nestas palavras do Salmo 139.13-14: “Pois tu [Senhor] formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem”.

Não se preocupe com os padrões de beleza dos homens. Diante de Deus, você não é mais bonito nem mais feio que qualquer outra pessoa. Todos nós fomos feitos de um “modo assombrosamente maravilhoso”.

Mas Deus também está disposto a transformar o nosso interior para que fique bonito à vista dele. Por nascimento, ninguém de nós é bonito por dentro, porque a feiura do pecado está em nós. E o grande tratamento para tornar você belo vem de um presente que o próprio Deus concede: a fé em Jesus como Salvador. Essa fé (que não é o tão generalizado “pensamento positivo”) aceita e assimila toda a beleza de Jesus. Toda a perfeição de Jesus é colocada em lugar da feiura do nosso pecado. E assim Deus nos vê – santos, justos, perfeitos e formosos – quando Jesus vive em nós. Essa beleza (Jesus em nós) é a que conta.

Não poderia terminar sem comentar a resposta de Siajh Chase, uma menininha de 4 anos, que foi chamada de “feia”: “Eu não estou aqui para parecer bonitinha”.

Verdade. Até porque, como criaturas, somos todos belos aos olhos dAquele que nos fez. E, por dentro, não há feiura que Ele não possa consertar.

Feio é viver sem a beleza de Jesus.

Julio Jandt

cms-image-000422774Ouso comparar a atual situação política do Brasil com a experiência do povo de Israel no deserto rumo à Terra Prometida. Por quatrocentos anos foi escravo no Egito. Deus envia Moisés, acontecem as dez pragas, os israelitas saem do Egito e peregrinam por 40 anos no deserto. Aconteceram várias crises nesta caminhada, conflitos que colocaram em risco a recente liberdade conquistada, fazendo o povo preferir o retorno à escravidão egípcia no lugar de enfrentar as agruras do deserto.

São 30 anos de democracia brasileira e o calor do deserto está aí, nos torrando a paciência. Corrupção, mentiras, desonestidade e insensatez dos governantes, políticos, juízes. Roubo, propinas, falcatruas, jogo de interesses. Nessas horas surge a pergunta: "Que democracia é essa?"  Tem gente até sonhando com a volta da ditadura. E não faltam motivos. A última dos "nem estamos aí" em Brasília foi o aumento de R$ 289 milhões para R$ 876 milhões ao fundo partidário deles, dinheiro que financia os partidos políticos. Mais dinheiro? Não chega o que eles levaram do "Lava Jato"? Esse é o Congresso completamente desmoralizado que agora precisa aprovar as novas propostas contra a própria corrupção.

Mas não tem outro jeito, o caminho são eles, os políticos, o governo, os juízes. Caminho que começa pelo nosso voto. Caminho que segue por nossa cidadania, ética, honestidade, bom senso, trabalho. E agora, por nossas manifestações. Isso se chama democracia. Por isso as dificuldades do deserto. Algo parecido também com a experiência do apóstolo Paulo no aspecto espiritual, ao lembrar que devemos permanecer como pessoas livres, sem voltar à escravidão. Pois “Cristo nos libertou para que sejamos realmente livres” (Gálatas 5.1).  Voltar à escravidão aqui é viver a tirania de "outro evangelho" (1.7), ou seja, a “fé” que prende em vez de libertar.

Que Deus nos dê sabedoria nos próximos “dez anos” para finalmente entrarmos na “terra prometida” de um Brasil mais justo, honesto e verdadeiro. 

Marcos Schmidt

 sabedoria2      “Feliz é a pessoa que acha a sabedoria e que consegue compreender as coisas, pois é melhor do que a prata e tem mais valor do que o ouro.” Provérbios 3.13-14.

       Sabedoria é uma característica de quem é sábio. Diz respeito ao conhecimento da verdade. Uma pessoa que a tem é instruída, tem muito juízo, bom senso e seu comportamento é exemplar. A sabedoria usada para o bem resolveria a maior parte dos nossos problemas.

       O Teólogo italiano Tomás de Aquino disse: “Há pessoas que desejam saber só por saber – isso é curiosidade; outras, para alcançar a fama – isso é vaidade; outras, para enriquecerem com a sua ciência – isso é negócio apenas; outras, para serem edificadas – isso é prudência; outras, para edificarem os outros – isso é caridade.”

       O mundo está carente de pessoas que busquem a verdadeira sabedoria. Cada qual pensa em si mesmo. O caos, cada vez maior em nossa sociedade, é resultado de uma sabedoria usada para fazer o mal. Precisamos, urgentemente, usar a inteligência que Deus nos deu e incentivar a busca pela verdadeira sabedoria. Se os adultos já estão acostumados a “dar um jeitinho” em tudo, vamos investir na boa educação das crianças.

       A verdadeira sabedoria vem de Deus, o Criador do Universo. Ela aparece nas coisas simples da vida e está centralizada em Jesus. É o amor que dita as regras de vida e sobrevivência do ser humano. É em Cristo que vamos compreender a grandiosidade do amor de Deus pela humanidade. E o que ele quer da nossa parte é que amemos uns aos outros. Compreender o amor de Deus é encontrar a sabedoria. Esta, é melhor do que prata e vale mais do que o ouro.

Pastor Fernando Emilio Graffunder

Uma jovem que pretende suicidar-se encontra um estranho em uma ponte...

Baseado em Hebreus 11: 6

CapturarRegia: Deborah E. Brown and Sergio Mascheroni
Anno di produzione: 2006
Produced by: Deborah E. Brown per CINEMA VERITA'
Script: Sergio Mascheroni
Director of Photography: Deborah E. Brown
Music: Franco Muggeo and Iaura Nencini
Editing: Deborah E. Brown and Sergio Mascheroni
Actors: Barbara Sanua and Maurizio Desinan

indecisc3a3o-2Certamente você já teve uma decisão importante para tomar e sentiu-se angustiado, com um baita medo de errar: “O que Deus quer, afinal? Qual estrada devo tomar?”

Sejamos sinceros: no fundo, gostaríamos que Deus aparecesse na nossa frente e dissesse com voz terna e mansa: “Oi, meu filho. Vamos tomar um café? Vou dizer o que você fazer”.

Pois foi assim que Deus fez, muitas vezes, no tempo do Antigo Testamento. Às vezes, enviava anjos; em outras, chegou a tomar a forma de um “anjo” e falou com as pessoas; em outras ainda, embora não se pudesse vê-lo, dava para se ouvir claramente a sua voz.

Mas e hoje? Que sinais Deus pode dar para nos mostrar a escolha certa nas decisões?

Pode parecer óbvio, mas o primeiro grande instrumento é a Bíblia. Ao contrário do que muitos pensam, a Palavra de Deus não é letra morta, mas um “oráculo vivo”. Isso não quer dizer que devemos usar a Bíblia como se fosse um livro mágico, como certas pessoas fazem quando a abrem a esmo, em qualquer lugar, põem o dedo ali e pronto! Bíblia e magia, nada a ver!

A Bíblia não dá orientações particulares do tipo “Sim, case-se com esta pessoa”, mas, por outro, nos fornece os princípios - um conhecimento geral da vontade de Deus. Não é mais fácil agradar alguém a quem conhecemos? Pois bem, quanto mais soubermos sobre Deus, como Ele agiu ao conduzir seu povo, o que Ele achou importante e o que achou secundário, quanto mais conhecermos a Deus, mais buscaremos os princípios dele.

Em 2º lugar, é bom lembrar que Deus dotou o ser humano de inteligência. Nossa racionalidade deve estar a serviço da vontade de Deus, e não contra ela. Não dá para decidir as coisas simplesmente na emoção. É preciso pensar e avaliar criteriosamente as consequências de uma escolha. Jesus contou uma pequenina parábola sobre isso: “Qual de vocês, se quiser construir uma torre, primeiro não se assenta e calcula o preço, para ver se tem dinheiro suficiente para completá-la? Pois, se lançar o alicerce e não for capaz de terminá-la, todos os que a virem rirão dele, dizendo: ‘Este homem começou a construir e não foi capaz de terminar’” (Lc 14.28-30). É preciso discernir, pôr em teste, ponderar, fazer a prova dos 9.

Em 3º lugar, devo ser humilde e reconhecer que não sei de tudo. Ou seja, é preciso ser humilde para consultar outros. O erro trágico do rei Roboão foi ouvir conselhos de gente errada (1 Reis 12). O diabo não quer que você ouça os bons conselhos dos seus pais, professores, cônjuge, amigos e líderes experimentados. Procure pessoas sábias e sensatas que possam discernir desapaixonadamente os prós e os contras de uma decisão.

E, em tudo isso, lembre-se que nunca pode faltar a oração. Um amigo disse, certa vez, que quando perde o sono, fica “raciocinando em Deus”. Assim, em resposta à nossa oração, Deus pode conduzir nossos caminhos de forma inesperada - às vezes sem qualquer escolha da nossa parte, simplesmente “seguindo o fluxo”.

Decisões são difíceis. Angustiam. E podem magoar.

Por isso, não procure impor ou censurar a decisão de alguém. Ore por aqueles que precisam decidir. Ponha-os nas mãos de Deus. E os ame. Apenas isso.

Ah, e “se você tomou uma decisão errada ou está no rumo errado, lembre-se de que Deus encheu a estrada de retornos”. Existe chance para recomeçar, para tentar acertar. Existe chance de perdão. Não vamos acertar sempre, mas sempre poderemos contar com Deus.

E quanto a isso, não devemos ficar indecisos.

####VGPARDESAPATOS“Tu andaste pelo meio do mar, abriste caminho no oceano profundo, mas ninguém viu as marcas dos teus pés” (Sl 77.19)
Elvio Figur
Nas ultimas duas mensagens em que falamos sobre o tema; “E SE faltarem as pegadas na areia?” (Parte 1; Parte 2), lembramos que, nem sempre a existência de apenas um par de pegadas na areia de nosso vida, é evidência de que Deus efetivamente nos carregou em seus braços com talvez desejaríamos que fosse. E vimos que é assim porque, como escreve Isaías, são as nossas iniquidades que nos afastam de Deus.
Vimos também que, apesar da nossa rebeldia, Deus é como um Pai amoroso e nos aguarda pacientemente. Ele é também como um Pastor de Ovelhas, que segue a Ovelha Perdida para carregá-la nos braços. Fomos também convidados a entregarmos nosso caminho ao Senhor, pois assim, quando nos desviarmos para a direita ou para a esquerda, ouviremos a voz do Bom Pastor dizendo; “Este é o caminho, andai por ele” (Isaías 30.21).
Recentemente, uma pesquisa feita na Inglaterra, mostrou que os indivíduos do sexo masculino dirigem debalde, em média por ano, cerca de 440 km a mais do que as mulheres. E o motivo é simples, eles não gostam de parar para pedir informações. Segundo a pesquisa, que foi realizada com mil motoristas, 74% das mulheres disseram que param para pedir informações quando se sentem perdidas, mas apenas 37% dos homens fazem isso.
Por que a gente é assim, tão teimoso? Acho que é por isso que tem mais mulher na igreja do que homem. Igreja é lugar onde a gente estaciona e pede ajuda. Para fazer isto, é preciso reconhecer que se meteu em lugar desconhecido, e sozinho não vai encontrar o caminho certo. (Artigo ‘O GPS do Céu’ - Marcos Schmidt)

Esse foi, na realidade, o problema do rei Davi. Ele, andou por muitas léguas em seu orgulho achando que estava andando na direção certa, e só depois de gastar todo o tanque de combustível, finalmente admitiu que estava perdido e parou para pedir orientações. E o Senhor Deus lhe disse; “Eu lhe ensinarei o caminho por onde você deve ir; eu vou guiá-lo e orientá-lo. Não seja uma pessoa sem juízo como o cavalo ou a mula, que precisam ser guiados com cabresto e rédeas para que obedeçam” (Sl 32,8,9).
O discípulo Tomé também era um homem de ‘cabeça-dura’, pois o conhecemos por seu descrédito enquanto não visse as marcas nas mãos do Jesus Ressuscitado. Mas mesmo assim, alguns meses antes, ele havia ‘parado e pedido por orientações’; ‘Como podemos saber o caminho?’ E Jesus respondeu prontamente; ‘EU sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém pode chegar até o Pai a não ser por mim’ (Jo 14.6). E Tomé atendeu a sugestão!”. (Adaptado de ‘O GPS do Céu’ - Marcos Schmidt)

Nos lembrando desse mesmo Tomé e de tantos outros que precisam ‘VER para CRER’, o assunto que encerra a série sobre as ‘Pegadas na Areia’, é; “Não espere VER as Pegadas na Areia”.
† † †
Quando me lembro do poema Pegadas na Areia tento imaginar ‘Como seriam as Pegadas de Deus?’; ‘Será que elas seriam como as pegadas de um Gigante?’; ‘Seriam pegadas vigorosas de um Deus Todo-Poderoso que chover fogo do céu ou tremer a terra?’.
A Bíblia, em 1 Reis 19, relata quando Elias ‘olhou para traz’ e viu que as pegadas de Deus não estavam ao lado dos rastros do seu povo. Parecia que o povo de Israel havia sido abandonado. E o profeta, após caminhar 40 dias e 40 noites, chega ao monte Sinai, chamado de ‘O monte de Deus ⁄ Sagrado’. Ali parou para descarregar sua indignação diante de Deus e pedir orientações; “[...]  ele entrou numa caverna para passar a noite, e, de repente, o SENHOR Deus lhe perguntou:
— O que você está fazendo aqui, Elias?
Ele respondeu:
— Ó SENHOR, Deus Todo-Poderoso, eu sempre tenho servido a ti e só a ti. Mas o povo de Israel quebrou a sua aliança contigo, derrubou os teus altares e matou todos os teus profetas. Eu sou o único que sobrou, e eles estão querendo me matar! (1Rs 19.9-10).
Após o desabafo de Elias, uma única ordem é pronunciada da parte de Deus;
“- Saia e vai ficar diante de mim no alto do monte” (1Rs 19.11).
E o texto bíblico continua; Então o SENHOR passou por ali e mandou um vento muito forte, que rachou os morros e quebrou as rochas em pedaços. Mas o SENHOR não estava no vento. Quando o vento parou de soprar, veio um terremoto; porém o SENHOR não estava no terremoto Depois do terremoto veio um fogo, mas o Senhor não estava no fogo [...]” (1Rs 19.11-12a).
Elias provavelmente pensou que esse ‘Desfile’ de fenômenos revelaria a Presença de Deus, e de suas Pegadas Vigorosas, mas NÃO!; O Senhor NÃO estava no vento... Deus NÃO estava no terremoto... E NÃO estava também no fogo...
Baal, o deus dos cananeus por cujos caminhos de perdição o povo de Israel andava por aqueles dias, era conhecido como O deus da natureza. Baal era procurado e cultuado nos fenômenos naturais. Assim Elias entendeu a resposta de Deus;
‘- Onde está Baal, ali NÃO está Deus’; ‘Onde estão os deuses do mundo, ali ‘Yaweh, o Deus dos exércitos’, NÃO está’.
Se Baal, ou outro deus falso, for procurado nos grandes fenômenos naturais, então ‘Yaweh’ NÃO será encontrado ali...
É bem verdade que, no A.T., grandes fenômenos naturais são, muitas vezes reveladores da presença de Deus. O Salmo 77 (V. 15-19) descreve isso; “Pela tua força, salvaste o teu povo, os descendentes de Jacó e de José. Ó Deus, quando as águas te viram, ficaram com medo, as águas profundas do mar tremeram. As nuvens derramaram chuva, houve trovoada nas alturas, e os relâmpagos riscaram o céu em todas as direções. O estrondo dos teus trovões se espalhou por toda parte; os relâmpagos iluminaram o mundo inteiro, e a terra foi sacudida e tremeu. Tu andaste pelo meio do mar, abriste caminho no oceano profundo, mas NINGUÉM VIU as marcas dos teus pés.
Mas, se Deus não está no vento, se as marcas dos seus pés não são vistas no oceano profundo, nem no terremoto, nem no fogo, onde poderiam ser encontradas ⁄ vistas?
Talvez a sequencia do texto nos ajude a encontrá-las. 1 Reis 19.12b diz que diante de Elias;
“[...] depois do fogo, veio um cicio tranquilo e suave (1Rs 19.12b – ARA);
“depois do fogo, veio uma brisa suave(Bíblia de Jerusalém);
“E depois do fogo veio uma voz calma e suave(NTLH);
Ou, segundo a tradução que alguns comentaristas sugerem; “Depois do fogo... veio um ‘silêncio audível’... / um ‘sussurro suave e silencioso’... / um ‘sopro de silêncio’...”.
O texto não indica claramente se as ‘Pegadas de Deus’ estariam nesse “silêncio audível”. Ele apenas indica que, depois de ouvir o ‘sussuro suave e silencioso’, Elias “tampou o seu rosto com um manto (porque ninguém pode olhá-lo) e ouviu a voz de Deus” (v. 13).
Quando nada mais se pode ouvir, ouve-se a voz de Deus! Pois,
Deus não está no Grandioso, na Estatística Crescente, no Sucesso da Missão, na Vitória Constante [...] Deus está na Brisa Leve [...] Na pequena chama, fraca e insignificante [...] No solo agricultável, tão precioso que é preciso tirar as sandálias para pisá-lo [...] Em meio aos escravos do Egito [...] Entre os frágeis e massacrados [...] Deus está entre os que já perderam as suas forças [...] NA PEQUENA MANJEDOURA DE BELÉM [...] Entre os pequenos meninos condenados à morte por Herodes [...] Na Fraqueza de Paulo [...] Enfim, NA CRUZ DE CRISTO [...] Ali está Deus (Carlos Dreher – ‘Proclamar Libertação’).
E é ali, naquilo que parece ser a maior derrota da história, naquilo que “[...] para os judeus é ofensa e para os não judeus é loucura” (1 Co 1. 23b), ali está Deus. “Pois aquilo que parece ser a loucura de Deus é mais sábio do que a sabedoria humana, e aquilo que parece ser a sua fraqueza, é mais forte do que a força humana” (1 Co 1.25).
É bem possível que esta não seja a resposta que gostaríamos de ouvir / ter para as nossas angustias e anseios. Mas o caminho de Deus é ali onde ninguém crê nem acredita que ele esteja. Ali onde tudo parece ser um fracasso. Ali ele está. Graças a isso, a FÉ continua teimosamente a crer e a esperar com toda a Esperança, pois “[...] a mensagem da morte de Cristo na cruz é loucura para os que estão se perdendo; mas para nós, que estamos sendo salvos, é poder de Deus” (1 Co 1.18).
Elias não recebeu a resposta que esperava. Mas teve a resposta que precisava, sem ouvir uma só palavra de Deus. A brisa leve foi suficiente. A voz suave de Deus foi a única capaz de lhe dar Novas Esperanças pois é a suavidade da voz de Deus que fortalece a fé, assim como o simples voo de uma Borboleta tem a capacidade de fazer um doente sorrir.
Certa noite, um fazendeiro teve de cruzar com sua carroça, uma grande planície completamente coberta pela neve. O céu estava escuro, sem estrelas, e não havia o menor sinal da estrada, pois a camada de neve era muito grossa. De repente, ele percebeu que estava perdido e começou a sentir medo. Então notou alguns rastros recentes deixados por outra carroça. Cheio de esperanças, atiçou os cavalos e logo alcançou a outra carroça.
Ao vê-lo, o outro carroceiro lhe perguntou;
- Para onde você está indo, amigo?
- Estou seguindo você! - Foi a resposta do fazendeiro.
- Mas eu não tenho a menor ideia de onde estamos. Você poderia tomar a liderança e me mostrar o caminho? - Perguntou o outro.
Os dois homens ficaram apavorados quando se deram conta da situação em que se encontravam.
Se uma rajada de vento não levasse as nuvens embora e as estrelas não aparecessem, ficariam perdidos na imensidão e talvez morreriam congelados. Mas, pouco tempo depois eles puderam ver a estrela polar e suspiraram aliviados. Orientando-se por meio daquela estrela, encontraram o caminho para casa.

Você já parou para pensar onde os seus caminhos estão te levando? Para onde suas crenças estão te conduzindo?
Às vezes precisamos tirar os olhos de pessoas e de trilhas do mundo e procurar orientação no Senhor Jesus como fez o discípulo que parou para pedir orientações. Ele pediu a Jesus; ‘Como podemos saber o caminho?’, e recebeu do mestre a única resposta realmente correta e segura; “EU sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém pode chegar até o Pai a não ser por mim” (Jo 14.6).
Elias também fez isso. Parou e pediu orientações. E só assim pode ouvir o sussurro suave e silencioso (1Rs 19.12b) da voz de Deus lhe dizendo; “Este é o caminho, andai por ele” (Is 30.21).
Assim; Sem discursos ou palavras e sem se ouvir nenhum som, a voz do céu se espalha pelo mundo inteiro... (Sl 19.3,4). Esse silêncio audível anuncia o caminho que é “[...] loucura para os que estão se perdendo; mas para nós, que estamos sendo salvos, é poder de Deus” (1 Co 1.18).
Confie no Senhor, ouça sua voz, ande pelos seus caminhos de santidade e as pegadas dele não serão vistas, mas ele estará ao seu lado e lhe carregará nos braços se preciso for.
“E SE faltarem as Pegadas na Areia?!” - Parte 1
“E SE faltarem as Pegadas na Areia?!” - Parte 2
“Não espere VER as Pegadas na Areia”